Geografia de Rebeldes: cartografias-minuto para reinventar o mundo.

Ana Gama, Carolina Aiala, Cinara de Araújo, Daiane de Jesus, Davi Belasco, Eduardo Rebelo, Filip Couto, Flávia Birck, Italo Rocha, Jhonatan Almeida, Lucas Vinícius Guimarães, Nicolle Dela Cruz, Paloma Lorrancy, Pétala Grecov e Sarah Cancela

O trabalho reúne cartografias-minuto realizadas durante o componente curricular Artes, Comunidades, Espacialidades, ministrado por Cinara de Araújo (2020.1, interrompido e retomado de forma remota). São processos que encontram na força grave do momento (os blocos da pandemia) caminhos de seguir. A curadoria das películas foi feita por Cinara de Araújo, Filip Couto, Nicole Della Cruz e Jhonatan Almeida.

Como curar uma dor enraizada no futuro?

Vinicius Santos

Trabalho de performance e audiovisual, autoregistros, em processos que investigam tanto a minha subjetividade, quanto as questões coletivas da sociedade, fala sobre estar sozinho e enfrentar os fanstasmas do futuro. Em video um audio integra uma carta e canções escritas para o próprio tempo, as acões investigam objetos, plantas, luz e o próprio corpo, refletindo sobre esses processos de cura e enraizamento.

Projeto de Extensão: I Festival de Escrevivências da UFSB

Éder Rodrigues, Rene Will Bernardes, Gilsária de Jesus Teixeira, Jhonatan Almeida, Alessandra Barbosa, Verônica Eulália de Medeiros,

O projeto de extensão I FESTIVAL DE ESCREVIVÊNCIAS DA UFSB consiste em promover um espaço voltado para a experimentação, a leitura e a prática da escrita em seus variados gêneros. O projeto abrangeu 4 categorias (poesia, prosa, dramaturgia e vídeo-poema), com inscrições aberta a todos(as) os(as) alunos(as) matriculados(as) nos três campus da UFSB e uma categoria especial aos alunos(as) dos CUNIs.

Yamî, espíritos cantores na aldeia Maxakali

Ramon Rafaello

Yamî é uma série fotográfica realizada em Abril de 2019, e acompanha um grupo de indígenas Pataxó de Coroa Vermelha (BA) em uma visita ao território Maxakali de Pradinho (Aldeia Boa Vida), onde aconteceram os rituais em homenagem ao pajé e mestre de saberes Toninho Maxakali. Este trabalho tem como objetivo, registrar e valorizar através da fotografia, os rituais religiosos (Yãmîyxop) no território do Pradinho, como elemento de resistência cultural, memória e patrimônio imaterial remanescente dos diversos povos Tikmũ’ũn/Maxakali que tradicionalmente viveram nas extintas áreas de mata atlântica entre o vale dos rios Buranhém, Jequitihonha, Muciri e Itanhém, região sul da Bahia.

Memórias da pandemia

Ramon Rafaello

Está série de fotografias foi produzida obedecendo todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde, tendo como objetivo registrar e reproduzir as memórias do nosso tempo, o cotidiano, relações sociais, dificuldades e esperanças e da população no município de Eunápolis, no extremo-sul baiano, diante do contexto sanitário, econômico e político na pandemia do COVID-19.

Experiência de uma artista: Teixeira de Freitas, a bela não vista!

Barbara Buonaduce

Partindo da ideia de que “A beleza não é nada tangível e apenas existe em nossas cabeças como uma sensação prazerosa.” (KURZGESAGT, 2018) Como poderíamos vislumbrar o contexto urbano de Teixeira de Freitas poeticamente? Trazendo a fotografia como ferramenta principal de pesquisa, esse projeto visa discorrer sobre a importância do belo no cotidiano, mostrando as poesias que podem existir no contexto urbano Teixeirense.

Primavera dos Povos

Miquéias Silva Queiroz

O trabalho Primavera dos Povos, trata-se de uma produção audiovisual e musical na qual aborda assuntos relacionados a intolerância, em ocorrência nas ultimas décadas. Também considerada como videoarte, contará histórias narradas a partir da poesia e da música, em formatos de videoclipes. Tem como tema as causas Lgbt, feminismo, estética e “politicarte”.

CC Dramaturgias Expandidas e Saberes Populares – Profs. Éder Rodrigues e Cinara Araújo [2020.1]: SOLOS

Éder Rodrigues e Cinara Araújo

Solos intitula o repertório de trabalhos produzidos pelos/as alunos/as do curso a partir de um mergulho nas múltiplas formas de escritura interligadas pelas pesquisas com a cultura popular e suas corpografias. Na proposta, o título “solos” se ramifica em várias proposições. No caso, entendendo-o como uma escrevivência individual em resposta ao contexto emergente. Solo de solamente. Solo de solilóquio, de solidão, com referência ao espaço recluso, de isolamento. E também solo enquanto quintal, terra, terreiros, enquanto esfera que nos conecta à ancestralidade e às experiências coletivas que nos enraíza.

CC Laboratório de Montagem Cênica – Prof(a)s. Éder Rodrigues, Eloisa Domenici, Dodi Leal e Leonardo Souza [2019.3]: MAINHA

Natália Fróes, Vinícius Santos, João Victor Mendes, Mana Caiene, Luciana Lacerda, Karina Matias, Ione Maria, Verônica Medeiros e Marcos Farrapo Fernandes

Mainha é o espetáculo resultante do Projeto do Laboratório de Montagem Cênica das alunas e dos alunos do curso Artes do Corpo em Cena, da UFSB. A montagem teve como ponto de partida a obra Olhos D’água, de Conceição Evaristo, e foi “livremente chorada” a partir das águas que da obra reverberam nas linhas do corpo, nos becos da memória e nas próprias vivências dos(as) participantes do processo de criação. Teatro e Dança se misturam na 1a. Montagem Coletiva do Curso.

CC Arte, Comunidades e Espacialidades – Profa. Alessandra Simões [2019.3]: Ocupa a fonte

Alessandra Simões

Com o objetivo de criar uma intervenção artística que denunciasse esta situação, nasceu o trabalho OCUPA A FONTE, resultado do Componente Curricular Arte, Comunidades e Espacialidades, ministrado pela professora Alessandra Simões, no campus Jorge Amado, no último quadrimestre de 2019. O projeto partiu das estratégias de ocupação do território urbano pela arte urbana e suas possibilidades para a apropriação da cidade a partir de um olhar crítico e questionador. Os métodos foram: derivas pelo centro da cidade, conversas entre a professora e os estudantes sobre as impressões das derivas, estudos de casos sobre arte urbana e as teorias da arte contemporânea a respeito das linguagens estéticas, elaboração de estratégias e efetivação do projeto.

CC Campo das Artes: Saberes e Práticas – Profa. Alessandra Simões [2019.2]: Movimento Bagrista-Baiano Sinantrópico

Alessandra Simões

Cabeça de Bagre foi resultado do Componente Curricular Campo das Artes: Saberes e Práticas, ministrado pela professora Alessandra Simões, no segundo quadrimestre de 2019. A proposta foi realizar uma intervenção artística em Itabuna lançando mão de estratégias da arte urbana contemporânea e sua relação com o ativismo voltado para a questão da apropriação dos espaços na cidade.

CC Cinema, Criação e Educação Audiovisual – Profa. Cristiane Lima [2019.3]

Cristiane Lima

O componente parte do objetivo de elaboração de espaços de compartilhamento e invenção coletiva pela prática e fruição da imagem cinematográfica e sua abordagem foi dada tendo em vista a metodologia desenvolvida pelo conhecido projeto “Inventar com a diferença”, idealizado por pesquisadores ligados à Universidade Federal Fluminense e que foi implementado em centenas de escolas, de norte ao sul do Brasil.

Mortífero

Filip Couto e Athene Pilan

Mortífero é uma instalação performativa que nasceu no através de minhas inquietações quando me foi apresentado os modos de funcionamento do sistema de produção e consumo das sociedades capitalistas e como este opera sobre nossos corpos. A proposta inicial que moveu a abertura desse processo artístico foi a de elaborar um jantar performático para por experiências sonoras, visuais e gustativas para o público. O projeto segue em experimentações buscando alcançar esse objetivo inicial.

Monstrinhos em quarentena

Vinicius Santos

Trabalho visual de desenhos e colagens produzidas durante a quarentena, partindo de imagens de rede sociais, ficcionando as realidades apresentadas na rede, imaginando versões monstruosas das pessoas, jogando com o cotidiano e com o proprio isolamento, um trabalho pessoal mas também coletivo. Abordando um lugar de re-imaginação do corpo.

Geladeira do Saber: o campo também tem fome de leitura

Adriane Viana Lima e Adriana Viana Lima

O projeto Geladeira do Saber surgiu a partir da doação de alguns livros e da necessidade de criar uma biblioteca aberta de livre acesso no Assentamento Tuiuty, localizado no litoral sul da Bahia, município de Belmonte-BA. O projeto teve como objetivo facilitar o acesso aos livros, criando um dispositivo no qual não seria preciso ter uma pessoa para fazer a entrega e nem o recebimento do livro.

Assentamento Tuiuty: Refazendo a arte de cultivar o campo em momento de isolamento social

Adriene Viana Lima e Adriana Viana Lima

Este trabalho foi produzido em período de isolamento social no assentamento Tuiuty em Belmonte Bahia. Essa ação se deu a partir de práticas desenvolvidas na agricultura familiar nos momentos de plantios, colheitas dos frutos.E foi realizada com objetivo de mostrar por meio de lentes de câmeras de celulares o lavor em momento de pandemia. A ação tem um conceito da arte visual.

Quintas Psicodélicas em Construção

QUINTAS PSICODÉLICAS

O coletivo Quintas Psicodélicas funcionou como um laboratório de fruição, criação e apresentação artística, nos apresentávamos todas as quintas feiras no pavilhão de aulas do campus Jorge Amado, em nossas criações usamos do pensamento crítico, através de performances, musicas e teatro para refletir nosso trajeto de formação artística e nossa realidade enquanto alunos de artes na UFSB.

O Ódio de uma Nação

Brenno Franca

O Ódio de Uma Nação se originou no Laboratório de Projetos: Narrativas com a proposta de trazer uma perspectiva estudantil e local diante da eleição de Jair Bolsonaro e o futuro da nação, em 2018. Finalizado em 2020 durante a quarentena, o projeto tomou rumos políticos diferentes da ideia inicial. Passado e futuro se confundem à medida em que as falas dos entrevistados, enfim, tornaram-se proféticas.

TRANSLOGIA

Brenno Franca

TRANSLOGIA é uma trilogia de pôsteres inspirados na estética de cartazes poloneses de filmes durante a Guerra Fria. Realizado durante o CC Laboratório em Projetos: Territórios, a obra versa sobre as diversas violências sofridas pela população LGBTIQ ao longo das últimas décadas. Os símbolos usados como o batom e a navalha trazem uma identificação direta à comunidade trans, não exatamente pelo o seu uso, mas sim pelo o seu significado. ​​​​​​​

Eumãtxe (ligado)

Arievilo Evangelista Oliveira

O Curta eumãtxe (ligado) é uma ficção produzida de forma independente sobre ancestralidade e a busca pelas raízes indígenas de um sujeito contemporâneo. No filme o personagem principal tenta se reconecta com suas origens e com o seu povo de quem foi brutalmente afastado, dialogando com a dificuldade que vivênciei e escutei de meus companheiros indígenas de esta longe de sua comunidade, e como isso os afeta.

Abrindo o Véu

Nerize Portela

Abrindo o Véu é uma série fotográfica que surge como parte de uma investigação artística em curso, que aborda a cura derivada do conhecimento popular, da conexão com a terra e dos processos de quarentena e purificação. É um trabalho realizado como resultado de encontros, tratamentos espirituais iniciados em 2020, processos de cura e pesquisas da pós-graduação. Mas é realizado principalmente como pulsão de vida à criação, respiro, extravasamento e registro de procedimentos, inspirados nas sabedorias ancestrais.